sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Destaque - GP do Japão - Treino Livre

1º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min31s901 ( 32 voltas )
2º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 0s174 ( 33 )
3º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 0s194 ( 35 )
4º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s246 ( 28 )
5º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 0s547 ( 34 )
6º. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 0s809 ( 26 )
7º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s081 ( 27 )
8º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 1s344 ( 26 )
9º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), a 1s545 ( 36 )
10º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1s780 ( 33 )
11º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1s804 ( 25 )
12º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1s889 ( 36 )
13º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 2s492 ( 35 )
14º. Bruno Senna (BRA/Lotus Renault), a 2s656 ( 27 )
15º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 2s700 ( 33 )
16º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 4s137 ( 33 )
17º. Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), a 4s324 ( 35 )
18º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 5s222 ( 14 )
19º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), a 5s539 ( 30 )
20º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 6s192 ( 30 )
21º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 6s486 ( 16 )
22º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 6s862 ( 36 )
23º. Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault), a 7s899 ( 24 )
24º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 10s579 ( 4 )

Apenas alguns detalhes a se destacar:

1) Se for como no treino, a Williams já pode decretar o ano como encerrado;

2) Se for como no treino, a situação de Hamilton ficará ainda mais complicada dentro da McLaren. E a de Button cada vez mais confortável, ainda mais com contrato "vitalício";

3) Se for como no treino, Vettel já pode colocar para tocar Queen.

Como treino não vale nada, aguardemos os próximos capítulos.

domingo, 2 de outubro de 2011

Loucura, loucura, loucura


A insanidade de Hamilton já começa a incomodar. Segundo consta, os pilotos já pretendem se reunir com a FIA para tratar das constantes "faltas de cuidado" do inglês. Entretanto, a solução não está na conversa com Charle Whting, e sim em Lewis. Vamos aos fatos.

Hamilton, desde sua estréia em 2007, sempre se mostrou um piloto bastante agressivo. Muitos até, à época, compararam-no a Senna pelo modo de guiar a ferro e fogo. Entretanto, algumas vezes ele excedia a dose, e acabava se envolvendo em acidentes bobos e prejudiciais a seu campeonato. Pois então, é essa dose que se excedeu demais em 2011. O que era "de vez em quando" virou "quase sempre". Existem várias explicações para isso: a falta de competitividade do carro, a concorrência com Button e, talvez a principal delas, a falta dos conselhos do pai. Seja qual for, nada disso tira dele o fato de ser piloto profissional, ou seja, ele tem obrigação de lidar com todo tipo de pressão ou problema pessoal. Nesse caso, não há comparação entre ele e Senna.

Ele vai voltar a ser como era? Com certeza, é só uma questão de tempo. Muitos grandes pilotos já passaram por isso: Schumacher em seu começo pela Ferrari, Alonso na sua segunda passagem pela Renault, Vettel ano passado... Nesse contexto, a McLaren exerce papel fundamental. Ela deve dar todo o suporte profissional e emocional para que Hamilton possa funcionar sobre pressão, fazendo com que seu tempo de "retorno" seja o mais breve possível. Não existe hora mais adequada para que o "pupilo" da equipe assuma integralmente essa condição. Seu talento merece tudo isso.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

À moda italiana


Nunca pensei que fosse dizer isso, mas a cada dia vejo que Scuderia Ferrari e Sociedade Esportiva Palmeiras têm muito mais coisas em comum do que apenas a origem italiana. De onde veio essa ilação? Explico abaixo.

Hoje, durante minhas leituras sobre Fórmula 1 e similares, deparei-me com uma notícia que me chamou atenção. Ela relatava que Joan Villadelprat, atual diretor da Epsilon Euskadi (aquela mesma que tentou entrar na categoria em 2009), afirmou em seu blog que Rory Byrne retornaria à Ferrari em 2012. Para quem não sabe, Rory é a figura por trás de todos os carros vitoriosos da era Schumacher, ou seja, foi muito por causa de seu trabalho que a equipe italiana saiu de uma "seca" que já perdurava por vinte anos. Sim, e o que isso tem a ver com o Palmeiras? Simples: a solução "nostálgica" para tudo.

O Palmeiras não ganha nada relevante há tempos. De 2000 para cá, o time paulista contabiliza apenas um Brasileirão série B e um Campeonato Paulista, ou seja, muito pouco para quem se intitula "campeão do século XX" e possui a quarta maior torcida do país. Qual a solução encontrada pela diretoria para tentar sair do ostracismo? Trazer de volta aqueles que foram personagens marcantes dos bons tempos palmeirenses. Nessa leva vieram, dentre outros: Luis Felipe Scolari (técnico que deu ao Palmeiras a chance de poder gozar do Corinthians por este não ser campeão da Libertadores), Kleber e Valdivia (a dupla campeã paulista de 2008). Além dos recursos "humanos", muitos elementos materiais também remontam aos tempos de glória, como as camisas 1 e 3 do time (a primeira relembra os títulos dos anos 50; a terceira remete à era Parmalat, quando o Palmeiras foi bicampeão brasileiro em 93 e 94).

Como é possível observar, a Ferrari faz uso da mesma estratégia, isto é, tenta resolver os problemas internos trazendo de volta aquilo que deu certo no passado. Seria Rory Byrne o cara capaz de por ordem na casa? Teria ele condições de já no ano que vem conduzir a equipe a melhores resultados? Se depender da experiência palmeirense, algo importante pode ser dito: eles não resolvem nada sozinhos, mas podem ajudar muito a acalmar a torcida e a criar uma "alma" capaz de trazer de volta uma parte da paixão que pouco a pouco ia embora. Talvez isso seja mais intenso no futebol do que no automobilismo, mas não posso deixar de pensar que muito disso pode acontecer na Ferrari. Boa Sorte à dupla italiana. Apesar de tudo, eles merecem.


domingo, 25 de setembro de 2011

Falta só um ponto


Classificação final da prova – GP de Cingapura
1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1h59min06s537
2º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 1s737
3º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 29s279
4º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 55s449
5º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 1min07s766
6º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min51s067
7º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta
8º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
9º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1 volta
10º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1 volta
11º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
12º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta
13º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
14º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 2 voltas
15º. Bruno Senna (BRA/Lotus Renault), a 2 voltas
16º. Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), a 2 voltas
17º. Vitaly Petrov (AUS/Lotus Renault), a 2 voltas
18º. Jerome D’Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 2 voltas
19º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 4 voltas
20º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 4 voltas
Abandonaram:
Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari)
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault)
Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth)

Vettel venceu mais uma vez de forma primorosa. Foi pole, fez a volta mais rápida, liderou a maior parte das voltas e consagrou um "quase-título". O quase atende pelo nome de Button. O piloto inglês adiou a festa da Red Bull para o Japão ao conseguir terminar em segundo, mantendo matematicamente aberto o título. Mas a matemática que me perdoe: é impossível Vettel não ser campeão na próxima corrida. Vamos aos outros destaques:

Os afoitos Schumacher e Hamilton: Os dois deixaram seus cérebros fora da cabeça em Cingapura. O primeiro errou o cálculo quase como um novato e acertou seu bico no pneu traseiro da Sauber de Perez, abandonando a prova. O segundo furou o pneu traseiro de Massa, quebrou o bico e ainda foi punido. Como disse o Galvão, o inglês anda precisando de tratamento psiquiátrico. O que ele anda fazendo não é normal.

Pobre Massa: Além da falta de rendimento, o brasileiro anda com uma falta de sorte daquelas de intrigar qualquer um. É aquela história: esquece 2011 e tenta reconstruir a carreira próximo ano, na Ferrari ou em qualquer outro lugar. Por mais que eu não ache Massa a melhor coisa do mundo, não dá para acreditar que o quase campeão de 2008 só pode fazer isso na Fórmula 1.

Williams e Raikkonen: Tenho que reconhecer que não seria mal negócio caso Raikkonen entrasse no lugar de Barrichello. O brasileiro é um dos melhores no desenvolvimento de carros de corrida, no entanto falta a ele a grife de campeão mundial que o finlandês tem. E essa grife traz o dinheiro que Rubens não é capaz de oferecer. Triste, mas a experiência não vale mais que uns trocados na Fórmula 1 contemporânea.

Alonso fora, Webber fora, Hamilton fora: O que ainda resta aos três é o vice-campeonato. Nada como um estímulo desses para... pensar no ano que vem. Esse ano acabou para muitos do grid, especialmente para esse três.

sábado, 24 de setembro de 2011

Amanhã é o dia?

GP de Cingapura – Grid de largada
1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min44s381 (12)
2º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min47s732 (14)
3º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min44s804 (14)
4º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 1min44s809 (12)
5º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 1min44s874 (13)
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min45s800 (14)
7º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min46s013 (11)
8º. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), sem tempo (11)
9º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), sem tempo (14)
10º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), sem tempo (14)

11º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), 1min47s616 (13)
12º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min48s082 (14)
13º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), 1min48s270 (16)
14º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min48s634 (11)
15º. Bruno Senna (BRA/Lotus Renault), 1min48s662 (13)
16º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min49s862 (10)
17º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), sem tempo (8)
18º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), 1min49s835 (8)
19º. Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), 1min50s948 (6)
20º. Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault), 1min51s012 (6)
21º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), 1min52s154 (7)
22º. Jerome D’Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), 1min52s363 (6)
23º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), 1min52s404 (6)
24º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), 1min52s810 (6)

Apesar da pole "clichê", o treino foi bem interessante. Logo de cara, veio a notícia da, digamos, "crise aerodinâmica" da Renault, que acabou adotando o acerto de Monza devido ao superaquecimento do motor causado pelo acerto para Cingapura. Mesmo assim, Bruno Senna mostrou ser algo além de Petrov ao terminar em uma honrosa décima quinta posição, à frente de carros teoricamente mais "acertados". Vamos aos outros destaques:

Carros iguais na mesma fila: Red Bull, McLaren, Ferrari, Mercedes e Force India terminaram com seus dois carros lado a lado no top 10. Isso nem é tão estranho assim, afinal não é nenhuma novidade o fato de o elemento "carro" ser mais importante que o elemento "homem" no resultado final. Mesmo assim, duas ressalvas podem ser feitas: 1 - Alonso sapecou quase um segundo em Massa; 2 - Button e Hamilton ficaram separados por cinco milésimos. Precisa dizer mais alguma coisa?

Kobayashi insano: Uma batida típica de um piloto afoito. Continua sendo um mito mas, a meu ver, tem que usar mais a cabeça. Ainda estava no Q2 e já faz uma loucura dessas? É hora de repensar esse detalhe.

"E o título, vem amanhã?": Respondendo à pergunta do título do post, acho que amanhã ainda não é o dia. Mas cravo que não passa do Japão. Em virtude disso, prefiro apostar quem vai terminar em segundo e terceiro: Hamilton e Alonso, respectivamente.

O GP noturno de Cingapura acontece amanhã, às 9 da manhã (pelo horário de Brasília).

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Além da F1: 100 posts


Em quatro de março de 2011, o blog estreou. O que me motivou a iniciar algo tão diferente da rotina que tenho? Para quem não sabe, esse que escreve é um estudante de Medicina comum, ou seja, nada a ver com o universo “jornalístico” de blogs e afins. Apesar do aparente paradoxo, algo bem forte me levou à iniciativa: a paixão pelo automobilismo, em especial por Fórmula 1.

Desde quando minha mente permite recordações, eu sou fã de carros. Bem novo, lá por volta dos três ou quatro anos, estava rodeado de revistas como “Quatro Rodas” e “Auto Esporte”. Não lia nada, mas aquelas figuras conseguiam me fascinar demais, muitas vezes até que “Cavaleiros do Zodíaco”, “Disney Club”, “Power Rangers” ou outras coisas que toda pessoa da minha idade se fascinava. Algum tempo depois, mais ou menos com seis anos, começou a paixão por Fórmula 1. Lembro-me bem do interessante momento que vivia a categoria naquele ano, com a frenética disputa entre duas equipes que passavam por um jejum de títulos, no caso McLaren e Ferrari, esta última completando o 20º ano na seca. Dentre todos do grid, era mais fã de Schumacher, um bicampeão que tentava fazer renascer um, à época, gigante adormecido. Não vou entrar em mais detalhes, afinal o objetivo desse texto não é ser igual aos outros que povoam “F1 em destaque”. Esse é o nº 100, oras...

Com o passar dos anos, a paixão continuava ali, intacta. Mas nada de escrever sobre nada, apenas lia ou assistia aquilo que tinha como foco o automobilismo. Foi nesse momento que algo começou a me incomodar: o fato de eu não opinar sobre o que mais amava. Não me sentia confortável em olhar para todas aquelas opiniões e apenas dizer “sim senhor”. Então, começaram os comentários nos blogs alheios e revistas. Esses intrometimentos me deram a chance de sair seis vezes em revistas como “Auto Esporte” e “Quatro Rodas”, algo que me rendeu o aposto de “o menino que entende de carro”. Entendo coisa nenhuma, só faço dizer o que acho, simples assim...

Como os breves comentários serviram de iniciativa para o blog? Sempre tive o interesse de escrever sobre o que gosto, mas escrever sobre “carros” é um tanto chato, já que eu não vou discorrer sobre torque, cavalos, entre-eixos e outros detalhes encontrados em qualquer lugar. Portanto, o blog seria um amontoado de opiniões rasteiras, nem eu leria. Com Fórmula 1 é diferente, afinal envolve o ser humano, e seres humanos não são apenas “opiniões rasteiras”. Surgiu, então, o mais famoso blog de Fórmula 1 da 75ª Turma de Medicina da UFPI: o “F1 em destaque”, que só perde em acessos para o e-mail da turma...

O blog é de Fórmula 1, mas é impossível não dar pitaco sobre o resto das coisas. Daí surgiu “Além da F1”, que apresenta o curioso detalhe de ser responsável por quatro dos textos “top 5” em acessos. Posts sobre futebol e memes dominaram: sobre futebol, “Relato de um sofredor”, um desabafo sobre o 6x0 sofrido pelo Palmeiras na Copa do Brasil; sobre memes, “Insensibilidade Automobilística”, uma homenagem aos amantes das figuras do blog, assim como eu aos quatro anos.

Por fim, não se pode esquecer do presente, algo que é de praxe nas comemorações de tudo quanto é coisa. Em homenagem aos 100 posts de “F1 em destaque”, o blog ganha a partir de hoje um brasão, como visto acima. Que o brasão traga bons frutos, então!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Troca-troca

Sam Michael: sai da Williams, vai para a McLaren.
Aldo Costa: sai da Ferrari, vai para a Mercedes
Pat Fry: saiu da McLaren, foi para a Ferrari.

O que há de tão interessante nesse troca-troca? O fato de nenhuma das grandes equipes estar dormindo no ponto, sem nada fazer para tirar o domínio da Red Bull. Muito mais que trocar de piloto, o que as três escuderias precisam é de um time muito forte e coeso nos "bastidores", e parece ser isso o que elas estão fazendo.

Vejamos o caso da Red Bull. Dentro do cockpit, não tem a dupla mais forte da categoria (Ferrari e McLaren ganham nesse quesito). Entretanto, é fora dele que a equipe impressiona: muito dinheiro nas mãos de um gênio chamado Adrian Newey. Ele e seu staff são os culpados pelo impressionante rendimento da RBR nos últimos dois anos. O que fizeram as demais equipes? Trataram de fortalecer a equipe técnica. Acredito ser esse o caminho ideal, principalmente quando já se tem pilotos do calibre de Alonso, Hamilton, Button e Rosberg. Em 2012 veremos se eles seguiram a cartilha direito. Até o post 100!