Em momento de férias na Fórmula 1, nada melhor do que fazer um balanço do campeonato até então. Em três partes, será feita uma avaliação de cada uma das doze equipes. Agora, destacaremos o desempenho das quatro piores: Williams, Lotus, Virgin e Hispania. Na terça, será a vez das medianas Renault, Sauber, Force India e Toro Rosso. E, na quinta, falaremos das gigantes Red Bull, McLaren, Ferrari e Mercedes. Vamos aos destaques:
Williams: No início do ano, nunca poderia imaginar uma metade de campeonato tão decepcionante para a equipe inglesa. Os prórios posts de pré-temporada, não só daqui como também de muitos outros sites especializados, projetavam uma Williams capaz de brigar com Mercedes e Renault pelo posto de quarta melhor equipe do ano. O que de tão errado aconteceu, sinceramente não sei. Só sei que o time de Grove não consegue acompanhar nem a Sauber. 4 pontos em 11 corridas é uma bela de uma vergonha para uma escuderia tantas vezes campeã. Barrichello já chutou o balde e, pior que isso, lavou as mãos quanto ao ano da equipe. Triste realidade.
Lotus: As esperanças de um ano melhor começaram com a mudança no fornecedor de motores, que passou a ser a Renault. Lá em fevereiro, as primeiras imagens do novo carro davam o indício de que algo bem mais complexo havia sido desenvolvido. No entanto, após 11 provas, nenhum ponto foi conseguido. Apesar disso, um reconhecimento precisa ser feito: a distância da Lotus para as duas últimas equipes do grid aumentou a olhos vistos. Caso a evolução prossiga, em pouco tempo os pontos virão.
Virgin: Para mim, a segunda maior decepção de 2011. Ano passado, a escuderia chegou com uma proposta inovadora, investimentos em marketing e uma dupla de pilotos interessante. Acabou não saindo do zero, mas ainda era só o primeiro ano de Fórmula 1. Só que esse ano eles regrediram: construíram um novo carro praticamente só com o bico mudado, continuaram com a estúpida ideia de não usar o túnel de vento e contrataram um segundo piloto fraquinho. Resultado: estão mais próximos da Hispania do que da Lotus.
Hispania: Eu e ninguém esperava nada dela. Nesse contexto, ela até que não decepcionou. Apesar de o novo carro ser um arremedo do de 2010, eles não foram tão mal assim. Agora, as esperanças aumentaram um pouco com a compra da equipe pela Thesan Capital. Mesmo assim, melhor não continuar esperando nada, afinal sem esperanças não há decepções. Até terça!
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domingo, 7 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Dias contados
A chapa de Heidfeld está esquentando. Já são várias as especulações na imprensa a respeito de seu (provável) substituto, e todas elas giram em torno de Bruno Senna e Romain Grosjean. Diante do inevitável, indago-me: mudar para quê?Não que eu queira menosprezar os pilotos citados, mas não se pode esquecer das pífias passagens de ambos na Fórmula 1. Grosjean pilotava aquela Renault de olhos vendados, só podia ser... Suas atuações sempre beiraram o patético, ainda mais se comparadas às de Alonso. Já Bruno não era tão podre assim, mas por outro lado nunca fez nada de especial. O chato diria agora: "Mas o carro dele era ruim...". Mesmo assim, ele era normal demais, na minha opinião. Nesse contexto, o melhor que Senna pode trazer para a Lotus Renault são os patrocínios. Aí sim, tudo se justificaria, afinal eles são loucos por uns trocados. Por dinheiro, eles colocariam minha avó nos treinos livres...
Na boa, o que eu faria? Se não tivesse dinheiro algum na parada, deixava o Heidfeld lá, só esquentando o banco para o Kubica sentar em 2012, simples assim. O que os jovens fariam que o velho alemão não faz? Nada, afinal ninguém aqui é tarado para pensar outra coisa...
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